Élder Neal A. Maxwell "Recorrendo à Expiação, podemos ter acesso aos dons do Espírito Santo que nos '[enchem] de esperança e perfeito amor'". (Morô. 8:26) O resultado disso é uma mistura contraditória em que, por exemplo, tédio pode mesclar-se com violência. Alguns simplesmente existem, "não tendo esperança, e sem Deus no mundo". (Ef. 2:12; ver também Alma 41:11) A dificuldade de sermos membros da Igreja em nossos dias reside em vivermos num mundo hostil em que há culturas que não se decidem quanto aos limites de comportamento a serem estabelecidos, sendo que elas próprias não reconhecem tais limites! É verdade que temos meios nunca antes vistos de comunicação e entretenimento de massa, mas também vemos uma multidão de pessoas solitárias. As associações promovidas pela tecnologia de forma alguma substituem a família. Por mais que eu lamente essa comoção atual e futura, existe algo de útil nela. Por meio dessas coisas podemos ser disciplinados espiritualmente, porque "( . . . ) se o Senhor não castiga seu povo com numerosas aflições, ( . . . ) dele não se lembram". (Hel. 12:3) O Senhor está sempre refinando Seu povo fiel, individualmente, mas haverá eventos que iluminarão os caminhos mais elevados de Deus e Seu Reino. (Ver D&C 136:31.) No entanto, vivemos em condições muito difíceis. Existem muitos pais assoberbados, casamentos desfeitos e famílias desestruturadas. Sentimos constantemente o impacto das conseqüências destrutivas das drogas, violência e pornografia. Verdadeiramente "o desespero vem por causa da iniqüidade". (Morô. 10:22) Como o adversário "procura tornar todos os homens tão miseráveis como ele próprio", é dele o plano de infelicidade. (2 Né. 2:27; ver também v. 18.) Mas os valentes dentre nós seguem adiante, a despeito de tudo, porque sabem que o Senhor os ama, mesmo que não "[conheçam] o significado de todas as coisas". (1 Né. 11:17) Quando vemos os valentes vencer severas e inexoráveis provações, nós os aplaudimos e alegramo-nos com sua crescente força e benignidade. Mas o restante de nós treme diante do preço exigido para o desenvolvimento de tão excelente caráter, tendo a esperança de não fracassarmos, caso tenhamos de enfrentar uma situação semelhante! Talvez seja tarde demais para resgatar algumas comunidades, mas não para ajudar aqueles indivíduos e famílias que estão dispostos a serem resgatados. Não é tarde demais para que alguns se tornem discípulos pioneiros de sua família e região, ou para que alguns se tornem pacificadores locais, em um mundo desprovido de paz. (D&C 1:35) Se os demais não contam com bons exemplos, eles podem tornar-se esses exemplos. Josué foi capaz de dizer "porém eu e a minha casa ( . . . )", mas mesmo as pessoas que atualmente não têm uma família completa podem dizer "porém eu ( . . . )" e viver de modo a tornarem-se dignos de tudo que o Senhor preparou para eles. (Ver Josué 24:15.) O discípulo, portanto, "permanece firme" (D&C 9:14), "[conserva-se] fiel até o fim" (D&C 6:13), e "persevera em [seu] caminho" (D&C 122:9), mesmo num mundo conturbado. No entanto, tolerância e submissão, na verdade, não são de modo algum atitudes passivas, mas assemelham-se mais àquelas demonstradas por quem possui suficiente coragem de apresentar-se para tarefas mais pesadas, quando ainda traz no corpo, humilde porém vitoriosamente, as marcas e cicatrizes da última peleja. Que importa sofrer um pouco de escárnio agora, se o discípulo fiel, no final, saberá o que significa ser "envolvido pelos braços de Jesus"? (1 Né. 8:33; Mór. 5:11) Pouco importam algumas palavras de zombaria hoje, se mais tarde ouviremos as gloriosas palavras: "Bem está, servo bom e fiel ( . . . )". (Mat. 25:21) Enquanto isso, Paulo insta-nos a "lavrar com esperança". (I Coríntios 9:10) Portanto, precisamos desesperadamente de uma perspectiva panorâmica, a esperança do evangelho. O que hoje parece rebaixar-nos será então visto como algo que irá elevar-nos amanhã, no plano de felicidade de Deus. (Ver Alma 42:8, 16) Já que o Senhor deseja um povo "provado em todas as coisas" (D&C 136:31), como exatamente ele será provado? Em relação a Seu povo, Ele diz que irá "[provar] sua paciência e sua fé". (Ver Mosias 23:21.) Uma vez que a fé na escolha que o Senhor faz do momento certo pode vir a ser provada, devemos aprender não apenas a dizer "seja feita a tua vontade", mas pacientemente também dizer: "Que as coisas aconteçam no momento que Tu escolheres, Senhor". A esperança banqueteia-se nas palavras de Cristo, "pela paciência e consolação das Escrituras" que "para nosso ensino [foram escritas]" (Romanos 15:4), reforçada por "todos estes testemunhos". (Jacó 4:6; ver também 2 Néfi 31:20.) A fé consiste na "certeza de coisas que se esperam" e na "prova das coisas que se não vêem". (TJS, Hebreus 11:1; ver também Éter 12:6.) Portanto, por menor que seja a nossa tarefa, devemos "lavrar com esperança" (I Cor. 9:10) até, por fim, desenvolvermos "um perfeito esplendor de esperança". (2 Néfi 31:20; ver também Alma 29:4.) Mas muitos daqueles que não se dedicaram plenamente, como Naamã, esperam que o Senhor nos peça "alguma grande coisa", recusando-se a cumprir Suas pequenas tarefas. (II Reis 5:13) Depois de ter sido corrigido e tornar-se humilde, não somente a carne de Naamã se tornou como a de um menino, mas também o seu coração (Ver II Reis 5:14–15.) Se deixarmos de servir o Mestre nas pequenas coisas, iremos afastar-nos Dele. (Ver Mosias 5:13.) Contudo, aqueles que "lavram com esperança" não apenas compreendem a lei da colheita, mas também o significado de cada uma das estações. É bem verdade que mesmo aqueles que possuem a verdadeira esperança podem vir a experimentar revezes e dificuldades na vida, mas devido à sua fé, conseguem discernir que isso não acontece ao acaso, mas que tudo faz parte de um propósito divino. (Alma 5:15) A esperança final, evidentemente, está relacionada a Jesus e à grande Expiação, com sua dádiva gratuita da ressurreição universal e a oferta do "maior de todos os dons" de Deus, a vida eterna. (Ver Morô. 7:40–41, Alma 27:28; D&C 6:13; 14:7.)"Lavrar com Esperança"
Do Quórum dos Doze Apóstolos
Sabemos que o mundo está "em comoção", mas o Reino está avançando como nunca! (Ver D&C 88:91; 45:26.) As diferenças estão definidas mais claramente por causa das tendências adversas do mundo, no qual os valores tradicionais, sem as firmes escoras da Restauração, estão rapidamente sendo removidos de seu lugar. (Ver D&C 105:31.)
Várias escrituras descrevem a essência dessa gloriosa e salvadora expiação, inclusive um pungente versículo autobiográfico que nos confidencia ter Ele "[desejado] não ter de beber a amarga taça e recuar". (D&C 19:18) Como a "expiação infinita" exigia um sofrimento infinito, o risco de recuar estava presente! (2 Né. 9:7; Alma 34:12) Toda a humanidade estava à mercê do caráter de Cristo! Felizmente, Ele não recuou, mas "[terminou Seus] preparativos para os filhos dos homens". (D&C 19:19) Mas a singular submissão de Cristo sempre se manifestou no momento certo. Na verdade, Ele "[se submeteu] à vontade do Pai em todas as coisas desde o princípio" (3 Néfi 11:11), observando atentamente Seu Pai: "( . . . ) Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente. (João 5:19) Esse versículo contém implicações de coisas grandiosas que ainda estão por acontecer e que nos são incompreensíveis. No doloroso processo da expiação, Jesus permitiu que Sua vontade fosse "absorvida pela vontade do Pai". (Mosias 15:7) Por sermos livres para escolher nossos atos, nossa submissão à vontade do Senhor é a maior forma de utilizarmos nosso livre-arbítrio. Essa é a única rendição que também é uma vitória! Ao despojar-nos do homem natural, torna-se possível vestirmos toda a armadura de Deus, que simplesmente não nos serviria antes disso! (Ver Ef. 6:11, 13) Jesus, nosso Redentor, "derramou sua alma até a morte". (Mosias 14:12; Ver também Isaías 53:12; ver D&C 38:4.) Ao "derramarmos" nossa alma em súplica pessoal e a esvaziarmos, abrimos mais espaço para ser preenchido pela alegria! Outra escritura fundamental descreve que Jesus pisou o lagar "do furor da ira do Deus Todo-Poderoso". (D&C 88:106; ver também D&C 76:107; 133:50.) Os outros podem e devem encorajar-nos, animar-nos, orar por nós e consolar-nos, mas ainda somos nós que devemos carregar nossa própria cruz. Em vista do "furor" que Cristo enfrentou por nossa causa, não podemos esperar que o discipulado nos seja inteiramente fácil. Ao buscarmos o perdão, por exemplo, o arrependimento pode ser um processo árduo de se enfrentar. E não devemos fazer o mesmo que certas pessoas, que confundem a conseqüência dos erros que elas mesmas colocaram sobre seus ombros com as verdadeiras provações e dificuldades que teremos de enfrentar na vida! De modo singular em Sua Expiação, Jesus "desceu abaixo de todas as coisas, no sentido de que compreendeu todas as coisas ( . . . )". (D&C 88:6; ver também D&C 122:8) Quão profunda e imensa deve ter sido essa descida ao desespero! Ele fez isso para salvar-nos e para compreender o sofrimento humano. Portanto, não devemos ressentir-nos com as experiências que podem ensinar-nos a desenvolver ainda mais a nossa empatia. (Ver Alma 7:11-12) Um coração indolente não é aceitável, tampouco um coração ressentido. Para participarmos plenamente da "comunicação de suas aflições" é preciso que aceitemos tudo que é exigido do verdadeiro discípulo. (Filip. 3:10; ver também I Coríntios 1:9) Além disso, Jesus não apenas tomou sobre Si os nossos pecados para expiá-los, mas também nossas enfermidades, dores e sofrimentos. (Alma 7:11–12; Mat. 8:17.) Portanto, Ele conhece pessoalmente tudo por que passamos e como estender-nos Sua perfeita misericórdia -- e também como socorrer-nos. Sua agonia é ainda mais assombrosa ao pensarmos que Ele pisou no lagar "sozinho". (D&C 133:50) Às vezes o Deus do Céu chora (Ver Moisés 7:28.) Assim, podemos pensar na agonia da infinita Expiação de Jesus e no que o Pai sentiu por Seu Filho e por nós. Não há uma escritura que explique claramente o que Deus realmente sentiu, mas não há como deixarmos de imaginar o que Ele deve ter sentido em relação ao sofrimento de Seu Filho. Se como o Salvador, não "recuarmos", precisaremos então prosseguir no rigoroso caminho do discipulado, obedecendo a tudo que as doutrinas disciplinadoras do Mestre exigirem de nós. Caso contrário, podemos caminhar com Jesus até certo ponto, mas depois não poderemos acompanhá-Lo. (Ver João 6:66.) Recuar inclui parar, bem como dar meia-volta. Quanto mais conhecermos Jesus, mais O amaremos. Quanto mais conhecermos Jesus, mais confiaremos Nele. Quanto mais conhecermos Jesus, mais desejaremos ser como Ele e estar com Ele, tornando-nos o tipo de pessoa que Ele deseja que sejamos (Ver 3 Né. 27:27), vivendo aqui "felizes". (2 Néfi 5:27) Portanto, com a ajuda do Espírito Santo, podemos glorificar Cristo, arrependendo-nos, e assim alcançar as bênçãos de Sua assombrosa Expiação, que Ele realizou por nós a um preço tão alto! (Ver João 16:14.) Portanto, irmãos e irmãs, tendo em vista que Jesus morreu por nós,estaremos dispostos a viver com as provações que nos foram designadas? (Ver Alma 29:4, 6) É natural e compreensível que às vezes nos sintamos amedrontados diante do que teremos de enfrentar. Há muitos meios específicos pelos quais podemos "aplicar a nós" essas escrituras essenciais a respeito de Jesus e da Expiação, mas eles estão todos incluídos neste versículo abrangente: "Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim". (Mat. 11:29) De fato, não há outra maneira de aprendermos profundamente! (Ver 1 Néfi 19:23.) A Expiação infinita é tão imensa e universal, mas no fundo, é extremamente pessoal! Felizmente, por meio da Expiação, podemos ser perdoados, e muito importante, podemos saber que fomos perdoados e sentir essa definitiva e feliz libertação do erro. Recorrendo à Expiação, podemos ter acesso aos dons do Espírito Santo que nos "[enchem] de esperança e perfeito amor". (Morô. 8:26) Nenhum de nós pode dar-se ao luxo de ficar sem a necessária esperança e amor ao enfrentarmos as dificuldades e obstáculos em nossa vida! Em resumo, na jornada do discipulado que nos foi reservada, temos de vencer o mundo (Ver I Jo. 5:3–4); terminar o trabalho que nos foi pessoalmente designado; ser capazes de beber da taça amarga sem nos tornarmos amargos; experimentar o derramamento de nossa alma; deixar nossa vontade ser cada vez mais absorvida pela vontade do Pai; reconhecer por meio de árduas provações disciplinadoras que realmente "todas essas coisas [nos] servirão de experiência e serão para o [nosso] bem", perseverando em lavrar nossa seara até o fim." (D&C 122:7) Sempre a glorificá-Lo, usando os incomparáveis dons que Ele nos concedeu, inclusive, um dia, tudo o que Ele tem. (D&C 84:38) No sagrado nome de Jesus Cristo. Amém.Cont...
Pode ter certeza, muitas pessoas que tomam a iniciativa de mudar de emprego não estão trocando de empresa, mas simplesmente trocando de chefe Meu amigo Veeresh Yuson, um psicoterapeuta holandês, costuma dizer que o segredo do sucesso profissional é escolher um chefe que você admire e procurar fazê-lo feliz. E ele está muito certo! Afinal, viver brigando com o superior direto, criando vários problemas, é o fim da carreira. Sem falar que, ao assumir o papel do funcionário rebelde sem causa, você provoca uma grande perda de tempo e de energia, que só traz prejuízo a ambos. Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 14 títulos, entre eles: Sempre em Frente, Os Segredos dos Campeões, Tudo ou Nada, Heróis de Verdade, Amar Pode Dar Certo, O Sucesso é Ser Feliz e A Carícia Essencial (www.clubedoscampeoes.com.br)Como Demitir Seu Chefe
Por Roberto Shinyashiki
Agora, o que fazer quando seu chefe é que é um atraso de vida?
Tenho visto muitas situações em que um líder incompetente atrapalha totalmente a equipe. Não por se tratar de um sujeito mau-caráter (nesse caso, não se teria nem o que conversar), mas sim por ele não apresentar uma atitude exemplar. Estou falando daquele profissional do tipo desorganizado, que não acompanha o desenvolvimento do projeto, não faz a parte dele e, depois, quando as coisas param de andar, passa a perseguir um coitado que pode bem ser você. Ou ainda o desinformado, que não faz questão nenhuma de estudar mais. É capaz até de mandar um subordinado para os seminários, mas o último livro que leu inteiro foi para fazer um trabalho na faculdade. E olha que isso aconteceu há muitos anos... Esse chefe, além de não se atualizar, impede o crescimento de seus colaboradores, pois não tem conhecimento para trocar. Caso você encontre um assim pela frente, lembre-se: “Se quer voar como águia, ande com águias, pois se andar com perus vai acabar falando gluglu”.
Em um congresso, uma assistente de recursos humanos me perguntou como agir quando seu superior direto faz uma burrada daquelas. Garante que o sujeito até é boa-praça, mas às vezes pisa feio na bola... Bem, a primeira coisa que ela precisa ter em mente é que é, sim, dever do subordinado abrir os olhos do chefe — o fato de ele ser mais experiente não significa que não erre nunca. Também comando uma equipe e não sou perfeito. A gerente de eventos da minha empresa chama-se Margaret. Eu a adoro não só porque ela faz o que peço, mas porque muitas vezes vem, com seu jeito doce, questionar um projeto meu. E vou contar a você: às vezes, até fico bravo. No entanto, aquele comentário não sai da minha cabeça e, se tiver lógica, me faz mudar de idéia. Certa vez, outra funcionária, uma gerente financeira, viu que eu ia fazer uma bobagem infinita e ficou quieta, na dela. Quando me dei conta daquilo, chamei a moça para conversar e perguntei se ela havia percebido que eu estava prestes a cometer uma estupidez. Ela respondeu que sim, mas preferiu não me alertar de nada, porque aprendeu a respeitar as decisões do chefe. Fiquei aborrecido e pedi: “Por favor, não me deixe errar em paz”. Isso serve para você também: não deixe o seu chefe errar em paz. Na hora, ele pode até ficar chateado, mas depois vai agradecer muito. Porque aprenderá a confiar na sua capacidade de análise e lealdade. E ser leal não significa bancar a vaquinha de presépio. Mas sim ser alguém em quem o outro possa confiar sempre. Significa também se preocupar em evoluir para estar ao lado do chefe ajudando-o em seus projetos.
E se mesmo assim ele insistir em continuar errando e bloqueando você de evoluir na sua carreira? Faça o que os profissionais competentes fazem: demita o seu chefe e cuide da sua vida. Pode ter certeza, muitas pessoas que tomam a iniciativa de mudar de emprego não estão trocando de empresa, mas simplesmente trocando de chefe. Pois, na verdade, nós não trabalhamos para empresas, e sim para (e com) pessoas. Quando elas atrapalham a nossa evolução e não escutam as nossas opiniões, também merecem ser demitidas.
Quer ter sucesso? Escolha um superior que você admire.
"O Toque da Mão do Mestre"
Ele estava maltratado e desgastado, e o leiloeiro
Achava que quase não valeria a pena
Despender muito tempo com aquele velho violino,
Mas mesmo assim, ergueu-o com um sorriso:
"Quanto me dão, meus senhores", gritou ele,
"Quem fará a primeira oferta?"
"Um dólar, um dólar"; em seguida, "Dois!" "Apenas dois?
Dois dólares. Quem dá três?
Três dólares, dou-lhe uma; três dólares, dou-lhe duas;
Vendido por três dólares -- "Mas, não,
Bem lá do fundo da sala, um homem grisalho
Adiantou-se e pegou o arco;
Limpou, então, o pó do velho violino,
Apertou as cordas soltas
E tocou uma melodia pura e bela
Como o cântico dos anjos.
A música terminou, e o leiloeiro,
Disse com voz calma e suave:
"Quanto me dão pelo velho violino?"
E ergueu-o juntamente com o arco.
"Mil dólares. Quem me dá dois?
Dois mil! Quem me dá três?
Três mil, dou-lhe uma; três mil, dou-lhe duas;
Vendido!" disse ele.
As pessoas aplaudiram, mas algumas choraram.
"Não entendemos bem
O que fez com que seu valor mudasse". Rapidamente veio a resposta:
"O toque da mão do mestre."
E muitos homens, cuja vida está desafinada,
Maltratada e desgastada pelo pecado,
São leiloados bem barato para a multidão insensível,
Tal como o velho violino.
Um "prato de lentilhas", um copo de vinho,
Um jogo de azar -- e ele segue adiante.
Dá-se uma, dá-se duas e
Quase se entrega.
Mas aí vem o Mestre, e a insensata multidão,
Não consegue compreender
O valor de uma alma e a mudança efetuada
Pelo toque da mão do Mestre.29
Certa tarde, um famoso banqueiro judeu ia para casa em sua "limousine" quando viu dois homens, à beira da estrada, comendo grama. Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles:
- Porque vocês estão comendo grama ?
Não temos dinheiro para comida. - disse o pobre homem - Por isso temos que comer grama.
- Bem, então venham a minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro.
E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também. - respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom. Obrigado por nos levar a todos !
O banqueiro respondeu:
Moral da história:
Quando você achar que um banqueiro está lhe ajudando, não se iluda, pense mais um pouco...
A FANTÁSTICA CARTA AO BRADESCO
Esta carta foi enviada ao Banco Bradesco, porém devido à criatividade
com que foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições
financeiras. Tenho que prestar reverência ao brasileira(o) que,
apesar de ser altamente explorada, ainda consegue manter o bom humor.
CARTA ABERTA AO BRADESCO
Senhores Diretores do Bradesco,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma
pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua,
ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira,
ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso
dia-a-dia..
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários,
pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria,
feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não
garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de
que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de
combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo
do produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores
concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de
honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a
seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro
me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do
pão, assim como, todo e qualquer serviço..
Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra
'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da
padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que
ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os
senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me
cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem
me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma
'taxa de abertura de crédito' - equivalente àquela hipotética 'taxa
de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo
e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento,
fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de
abertura de conta'.
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma
conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de
abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro
depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos
como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes
inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado.
Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos
gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato
no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$
7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela
existência da padaria na esquina da rua'.
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$
22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que
não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar
os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil
funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou
informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que
eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os
senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive
nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um
financiamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me
respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um
serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua
responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências
governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal.
E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por
lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais
que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de
influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que
estejam garantidas em lei, vocês concordam o quanto são abusivas.!?!
Mas onde estava o seu lar? Muitos de nós devem lembrar-se de uma história que era contada quando éramos jovens, a respeito de um menininho que foi raptado da casa dos pais e levado para uma vila distante. Por causa disso, aquele menininho cresceu até tornar-se um rapaz, sem conhecer seus pais verdadeiros ou seu lar terreno. Mas onde estava o seu lar? Onde poderia encontrar seu pai e sua mãe? Se ao menos conseguisse lembrar o nome deles, teria mais esperança nessa tarefa. Ele procurou desesperadamente lembrar-se ainda que fosse de um pequeno vislumbre de sua infância. Como um lampejo de inspiração, ele lembrou-se do som de um sino que tocava no alto da torre da igreja da vila, todas as manhãs de domingo. O rapaz percorreu uma vila após outra, sempre procurando ouvir aquele sino conhecido. Alguns sinos eram semelhantes, outros muito diferentes do som que ele se lembrava. Por fim, o cansado rapaz parou, certa manhã de domingo, diante da igreja de uma cidadezinha típica. Ele ouviu atentamente o sino começar a soar. O som lhe era familiar. Era diferente de todos os que tinha ouvido, com exceção do sino que tocava na lembrança que tinha da sua infância. Sim, era o mesmo sino. Seu som era verdadeiro. Seus olhos encheram-se de lágrimas. Seu coração ficou repleto de alegria. Sua alma transbordou de gratidão. O rapaz caiu de joelhos, ergueu os olhos para além da torre do sino, fitando o céu, e numa oração de gratidão sussurrou: "Graças a Deus. Estou em casa". Espero que possamos nos lembrar de ouvir os sussurros do Espírito de Deus e lembrarmos do amor do Salvador e de sua bondade e esperança que possamos encontrar o caminho de volta de nosso lar celestial. Uma boa semana
ACONSELHAMENTO DE CARREIRA O QUE AVALIAR NUMA PROPOSTA DE EMPREGO?
Viviane Macedo
O que levaria você a aceitar uma nova proposta de emprego
? Salário, benefícios, porte e nome da empresa, qualidade de vida ou possibilidades de crescimento? Cada um tem uma razão para aceitar ou rejeitar o convite. Mas, segundo especialistas, muitos esquecem de se perguntar por que estão procurando novas propostas do mercado, o que esperam da carreira e o quanto cada uma dessas coisas representa em suas vidas. Agindo dessa forma, muitos optam por trocar de empresa pensando apenas no hoje e nem sempre têm uma visão geral, a médio e longo prazo.
Essa observação dos consultores pode ser confirmada na pesquisa "A Contratação, A Demissão e a Carreira dos Profissionais Brasileiros", estudo exclusivo da Catho Online. 
A pesquisa, que ouviu mais de 12 mil executivos, revelou que perspectivas de crescimento (36%) são o que mais motivam profissionais a mudarem de emprego. Por outro lado, a necessidade de manter-se ativo no mercado refletiu nas respostas de 18,54% dos entrevistados, que declararam ter aceitado a última proposta de emprego por pura "falta de opção".
Para Renato Hirata, diretor da Hirata Consultores, todas essas razões são válidas, mas não o suficiente para decidir sobre uma proposta de emprego. Ele considera que o mais importante é ter um objetivo traçado para os próximos anos - e sempre levar em conta esses objetivos na hora de decidir. "A primeira coisa que o profissional tem de saber é o que ele quer da vida para, no mínimo, os próximos cinco anos. Esse desenho tem a ver com remuneração, com qualidade de vida, com competências que ele pretende desenvolver. Enfim, com tudo que ele considera importante para a carreira e para a vida", explica.
A professora Irene Azevedo, que ensina liderança na BBS – Brazilian Business School, complementa o pensamento de Hirata. Para ela, é inconcebível aceitar uma proposta apenas por querer mudar de empresa ou por supor que a outra é melhor. Ela acredita que o profissional precisa conhecer o motivo pelo qual quer essa mudança. "Nós só devemos fazer grandes mudanças quando não temos mais nada para aprender na empresa onde estamos ou quando estamos fazendo algo que não nos apetece", diz. Na opinião dela, essas são as duas principais motivações que alguém deve ter para mudar de emprego.
OS ERROS MAIS FREQUENTES 
Pensar apenas em questões relacionadas à remuneração é, segundo o consultor de carreira Rogério Martins, um dos erros mais cometidos pelos profissionais. "Trocar de emprego pensando no salário é muito comum e, por isso, há tanta desmotivação depois da mudança", observa. Ele destaca que o profissional precisa investir mais na carreira - ou seja, preparar seu desenvolvimento profissional visando metas de médio e longo prazo. Afinal, nem sempre a oferta momentânea de um salário melhor está na empresa que vai proporcionar esse crescimento e desenvolvimento de carreira.
Hirata enxerga outro erro, que é reflexo do imediatismo do brasileiro: não saber desenhar uma carreira pensando no futuro. Para ele, esse é um equívoco crucial. "Tomar uma decisão pela vida atual é o pior erro que existe. O que muitos profissionais não conseguem enxergar é que eles mesmos não sabem o que querem para o futuro e o que estão procurando", comenta Hirata.
NÃO SE TORNE VULNERÁVEL
O desemprego é o grande vilão de qualquer profissional e, por causa dele, muitos aceitam a primeira oportunidade que aparece, como observado na pesquisa da Catho Online. Resultado: insatisfação e infelicidade no trabalho. "É fundamental ter calma para não cair na tentação de pegar o primeiro emprego que aparecer. Descobrir que não era o que imaginava é muito comum", alerta Martins.
É importante lembrar que a decisão não tem de partir apenas da empresa, mas também e igualmente do profissional que vai preencher a vaga. E para se portar positivamente, mesmo estando desempregado, é necessário traçar objetivos. "Os cuidados de uma pessoa desempregada devem ser os mesmos daquelas outras que estão no mercado. A diferença é que quando a pessoa está desempregada ela fica ansiosa para conseguir logo uma vaga – e, com isso, muitas vezes escolhe errado. É preciso manter a calma e ter bem claro o que está buscando", aconselha Irene.
Mas como manter a calma com as contas vencendo e um monte de responsabilidades na cabeça? "É o que eu sempre aconselho: administre um pouco a sua poupança, porque isso traz poder de negociação, mesmo quando você está desempregado", responde Hirata.
DICAS IMPORTANTES
Os consultores deram dicas importantes de o que fazer antes de dizer "sim" à proposta que recebeu. Pense nas seguintes situações.
Eu estou num momento em que qualidade de vida é mais significante para mim? Ou seja: é importante que o tempo dedicado ao trabalho esteja em equilíbrio com o tempo dedicado a família? Se a resposta for sim, tome a decisão por qualidade de vida, seja onde você estiver ou para onde você decidir ir – independente do lugar que atenda à sua necessidade.
Estou num momento em que preciso ter ascensão profissional? Se esse for o fator crucial na decisão, olhe a grandeza e o potencial de expansão dessa organização no mundo todo. Quando maior a organização, mais espaço você tem para crescer. Então, tome cuidado ao pensar em empresas de menor porte.
Eu quero um clima organizacional melhor? Muita atenção: não mude de emprego pensando que vai encontrar a empresa dos seus sonhos, onde todos são felizes e se dão bem. A maior parte do clima organizacional é de responsabilidade dos próprios colaboradores. Então, antes de decidir mudar de empresa, mude as suas atitudes dentro da organização.
Faça também um "check-list":
Você Pode Todas as Coisas, Você é um filho de Deus!
Oração de Uma Criança - de Sam Cardon
sobre muitas coisas
catedral
Composição: Kim,Cezar e Julio
Por falar de amor
Por falar de paixão
Por falar de coisas do coração
Por falar de mim lembrei de você
Faz tempo que a gente não se vê
Por falar de vida
Falar de razão
Por falar de amizade
De emoçao
Por falar de esperança
Lembrei de você
Mas faz tempo que a gente não se vê
Ah! sobre muitas coisas
Eu quero te falar
Ah! sobre tudo em fim
Que lembre o nosso amor
Por falar de verdade
Real soluçao
Por falar de saída
De salvação
Falo com ternura
Pois tenho você
A verdade e a vida
Que a gente vê
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