RESILIÊNCIA É ATITUDE


* Leila Navarro 


Na área do desenvolvimento humano, um conceito muito valorizado atualmente é resiliência, a capacidade de superar adversidades sem se despedaçar. A pessoa resiliente é dura na queda: enfrenta crises, sofre perdas, encara fracassos e continua firme, não desiste de seus objetivos. Parece até que quanto mais problemas enfrenta, mais forte fica. 

Não é de se estranhar que essa característica seja tão valorizada. O mundo globalizado é imprevisível, e a qualquer momento podemos enfrentar situações críticas, turbulências, mudanças que inviabilizam nossos projetos, até mesmo uma dispensa do 
trabalho. O mundo de hoje não nos oferece garantia de nada. Nós é que temos de nos garantir, tendo o preparo necessário para enfrentar as situações inesperadas. 

Penso que a chave da resiliência está na forma como se interpretam as experiências difíceis e estressantes da vida. Revoltar-se contra essas situações, encará-las com pessimismo ou reclamar como o mundo é injusto - que é a atitude de muita gente - não leva a nada. Mas quando se consideram as crises e dificuldades como fatos naturais da vida, que nos proporcionam oportunidades de crescimento, é possível enfrentá-las com algum equilíbrio e consciência. 

Se você quiser desenvolver a qualidade da resiliência, comece a interpretar as dificuldades como desafios e dirija sua energia para superá-los, não para lamentá-los. Tire proveito deles para desenvolver novas competências e se fortalecer. Ao assumir essa postura e repeti-la ao longo do tempo, chegará um momento em que nada poderá abalar sua autoconfiança, pois você já terá passado por muita coisa e saberá que tudo dá certo no final. Então compreenderá que resiliência não é um "poder especial" que algumas pessoas têm, mas, simplesmente, uma atitude perante a vida. 


Leila Navarro é palestrante motivacional no Brasil e no exterior. É autora de cinco livros, todos pela Editora Gente. Venceu o "8º Prêmio Top Of Mind Fornecedores de RH" na categoria "Palestrante do Ano", em 2005.

PROFISSÃO: ADMINISTRAÇÃO

 

A partir desta edição, o Jornal Carreira & Sucesso vai apresentar uma série especial sobre profissões. Se você quer saber mais detalhes sobre alguma atividade específica, escreva-nos eenvie a sua sugestão


Com certeza você conhece a profissão de administrador, mas você sabe, realmente, o que esse profissional faz no seu dia-a-dia? Sabe qual é o perfil dele e as habilidades necessárias para ingressar nessa área? Vamos tentar esclarecer essas e outras dúvidas aqui. 

Como o nome já diz, esse profissional tem a função de administrar, mas isso não é tão simples quanto parece. Para ter uma administração de bons resultados, algumas funções básicas precisam ser colocadas em prática. Cada uma é complemento da outra, mas os resultados da empresa poderão ser comprometidos se todas as atividades não receberem a mesma atenção. 


AS FUNÇÕES 

Planejar, organizar, coordenar e controlar: essas são as quatro funções principais da administração e sempre andam lado a lado. O professor-coordenador do curso de Administração da Universidade Presbiteriana MackenzieJosé Carlos Thomaz, explica um pouco sobre cada uma delas: 

Planejamento – Ir além do que está acontecendo agora, pensar a longo prazo, no que pode acontecer, na conseqüência das atitudes tomadas hoje. 
Organização – De processos e de pessoas, sabendo que os dois têm importância equiparada e que precisam ser acompanhados. 
Coordenação – Colocar o negócio para funcionar, usar a equipe para o que de fato ela existe. Conseguir com eficiência tirar bons resultados das pessoas. 
Controle – Saber de tudo que está acontecendo e ter domínio sobre os acontecimentos. Conseguir avaliar os resultados e mensurá-los. 

Todos esses pontos juntos se transformam na profissão de Administração. Essa profissão, relativamente nova, foi regulamentada no Brasil em setembro de 1965 e tem hoje grande importância no mercado de trabalho. 


HABILIDADES 

Administrar é, essencialmente, saber utilizar os recursos e as pessoas para conseguir, junto com eles, sempre alcançar os objetivos da empresa. O administrador precisa ter mais que vontade, precisa de um conjunto de habilidades e de um perfil compatível com a profissão. "Ele precisa ter um pensamento sistêmico, ter a noção que todo tipo de informação é importante e que precisa ser filtrada com muito cuidado, pois pode ser utilizada no processo de tomada de decisão", diz o professor Mario Aquino, do curso de administração da Fundação Getúlio Vargas

E nessa lista de características essenciais, a resiliência não ficou de fora. "É imprescindível ser um profissional resiliente, estar acostumado com trabalho em pressão, com cumprimento de prazos, ser organizado com seu próprio tempo. Isso é muito importante", considera Aquino. 

Ter um senso crítico, ser observador, prestar atenção em pequenos detalhes e conseguir manter sempre a organização também são exigências para o bom administrador. E sua própria equipe pode servir como espelho de uma administração bem feita. "A construção da própria equipe já é uma certa arte no administrar. Não adianta juntar pessoas e dizer que tem uma equipe, saber construir uma equipe de verdade é resultado de uma administração eficiente", acrescenta Thomaz. 


O PERFIL DO ALUNO DE HOJE 

Ainda hoje o curso de Administração recebe muitos alunos que não sabem bem a razão pela qual buscam essa área. A falta de conhecimento e a idéia de que essa é uma área muito ampla faz com que muitos jovens optem pela profissão sem, de fato, a conhecerem e saberem quais são suas verdadeiras funções. "Muitos alunos vêm para o curso de Administração porque ainda não descobriram a sua vocação e enxergam Administração como um curso em que eles podem desenvolver algumas habilidades", conta Aquino. 

Ter de decidir pela carreira ainda muito cedo pode ser um dos motivos desse equívoco na hora da escolha. "As pessoas têm de decidir a carreira ainda muito jovens, entre 16 e 17 anos, e essa escolha, para muitos, é difícil", analisa Thomaz. 


DESCOBRINDO A VOCAÇÃO 

Dedicar-se a um curso ou a uma graduação sem realmente gostar do que faz é, além de frustrante, perda de tempo. Por isso, fazer um trabalho de preparação antes de confirmar a escolha é essencial. "Partindo do princípio que a pessoa consegue desenvolver melhor o trabalho quando faz algo que realmente gosta, é de extrema importância que ela descubra essa aptidão antes de iniciar o curso, pois só assim ela poderá aproveitar e ter melhores oportunidades de emprego", aconselha Glaucia Santos, consultora de RH da Catho Online

Segundo a consultora, se o vestibulando ainda não tem certeza do que realmente quer, a melhor coisa a fazer é um trabalho de orientação vocacional. "Existem desde testes na Internet até atendimento terapêutico. Neste caso, o terapeuta consegue traçar as áreas em que o profissional terá mais chances de obter sucesso", finaliza. 

 


A galinha

Numa granja uma galinha se destacava entre todas as outras por sua coragem, espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria.

O dono, porém, não apreciava estas qualidades e estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que achavam bonito este modo de ser e já a estavam copiando.

Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, arrumou um barbante de aproximadamente 2 metros e amarrou a galinha a ele. Desse modo, de repente, o mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o barbante lhe permitia chegar. Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. Dia após dia acontecia o mesmo. De tanto andar nesse círculo, a grama que era verde foi desaparecendo e ficou somente terra. Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro só terra.

Depois de um tempo o dono se compadeceu da ave, pois ela que era tão inquieta e audaciosa, havia se tornado uma pacata figura. Então cortou o barbante que a prendia pelo pé e a deixou solta.

Agora estava livre, o horizonte seria limite, poderia ir onde quisesse. Mas, estranhamente, a galinha mesmo solta, não ultrapassava o limite que ela própria havia feito. Só ciscava e andava dentro do círculo, seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora, mas não tinha coragem suficiente para se "aventurar" a ir até lá. Preferiu ficar do lado conhecido. Com o passar do tempo, envelheceu e ali morreu.

Quem sabe esta história traz à memória a vida de algum conhecido. Nasce livre, tendo somente seus desejos como limite, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos seus pés fiquem presos a um chão que se torna habitual pela rotina. Olha para além do limite, que ele mesmo cria, com grande desejo e alimentando fantasias a respeito do que lá possa haver. Mas não tem a coragem para sair e enfrentar o que é desconhecido. Diz: "Sempre se fez assim, para que mudar? Ou meu avô, meu pai sempre fizeram assim, como eu iria mudar agora?"

Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de ir à frente e tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação. Admiram que tem a ousadia de recomeçar, porém, eles próprios, queixando-se e lamentando-se, buscam algum culpado e vão ficando no lugar, dentro do limite o qual só existe na sua imaginação.

As características do mercado sempre foram coroar com o reconhecimento aqueles que inovam, criam ou provocam situações que chamem a atenção. O segredo do sucesso está na criatividade. Criar significa pôr em prática alguma coisa que não existe. Arriscar significa correr risco de perdas. Isto é fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim?

Autor desconhecido

 

Usar a marcha do carro até o limite desgasta o motor

Giros não devem ultrapassar a faixa limite.
Especialista responde a essa e outras dúvidas.


Foto: Divulgação
Giros não devem ultrapassar a faixa limite. (Foto: Divulgação)

Por mais experiência que o motorista tenha ao volante, entre uma troca e outra de marcha podem surgir algumas dúvidas. Giro do motor, retrovisores com imagens irreais e questões relacionadas à manutenção podem confundir os motoristas. Confira abaixo a resposta para algumas das dúvidas enviadas pelos leitores ao G1 durante a semana.


Tire outras dúvidas sobre carros 

É recomendável usar a marcha até a velocidade limite antes de trocá-la, ou isso desgasta mais o conjunto? 
- Sérgio Reis 

Utilizar as marchas até o limite de cada uma não é recomendável. Isso você deve utilizar apenas em casos de necessidade, como em uma ultrapassagem, por exemplo. Fora disso, ou em uso constante dessa prática, o motor sofrerá desgaste prematuro e, no caso dos giros ultrapassarem a faixa limite incorre a quebra. 

Por que os retrovisores do lado direito têm imagens irreais e imprecisas? 
- Zacarias 

O espelho retrovisor do lado direito fica distante dos olhos do condutor, por essa razão a imagem fica distorcida, dando a impressão de que o veículo está a uma distância maior do que a real. Esse tipo de espelho, comumente chamado de convexo, é utilizado com o objetivo de ampliar o campo visual do motorista. Em alguns países, como por exemplo, nos Estados Unidos, é obrigatória a impressão de um aviso aos motoristas no retrovisor do lado direito alertando para essa distorção da imagem. No Brasil não existe nenhuma determinação com relação isso. 

Sempre que eu trocar o óleo devo fazer o mesmo com o filtro? 
- Osvaldo Teixeira Filho 

Sim. Toda vez que for substituído o óleo deve ser trocado o filtro também. Alguns dizem erroneamente que dá para fazer a troca a cada duas substituições de óleo, mas tal procedimento pode comprometer o motor. O filtro serve para reter impurezas e manter o óleo nas melhores condições. Se for adicionado óleo novo ao motor, mas o filtro continuar velho, o líquido novo logo é contaminado e assim perde sua eficiência mais rapidamente. 

Os amortecedores traseiros e dianteiros devem ser trocados juntos? 
- Correia 

Os amortecedores, assim como todos os componentes que se situam em um mesmo eixo (molas, batentes, discos e pastilhas de freio, entre outros), devem ser trocados, no mínimo, aos pares. O ideal é fazer a substituição sempre em conjunto, ou seja, dos quatro no mesmo momento. 

O óleo do câmbio deve ser trocado a cada quantos quilômetros? 
- Juarez Pirapora 

Antigamente era necessário fazer a troca a cada 10 mil quilômetros. Hoje, os óleos evoluíram bastante, mas ainda assim o câmbio manual deve ser verificado a cada 10 mil quilômetros e se necessário completar. Alguns fabricantes recomendam trocá-lo aos 30 mil; outros, aos 50 mil. O certo então é verificar o que o fabricante do seu carro pede e seguir a recomendação. 

Uma das colunas do tira-dúvidas falou sobre entortada. O que é isso? 
- Carlos Marcondes 

Biela nada mais é que uma peça em aço forjado. Ela fica na parte interna do motor e sua função é unir o pistão e o virabrequim. Permite a transformação do movimento alternado do pistão (sobe e desce) em movimento de rotação do eixo. 

Comprei meu primeiro carro agora e notei uma sujeira preta, parecida com óleo nas rodas dianteiras. O que é isso? 
- Tadeu Amparo 

Não precisa ficar preocupado. O que acontece é que as rodas dianteiras dos carros são equipadas com freios a disco. Esse tipo de freio conta com pastilhas que, ao se desgastar com o tempo, soltam uma leve poeira nas rodas, de cor preta. É assim mesmo, não há nada de errado. 

Fala-se muito do tal ‘freio no motor’. Com essa prática corro o risco de quebrar a caixa de marcha? 
- Alfredo Zilowvisky 
A prática do freio-motor é recomendada, pois aumenta a segurança, ao contrário de andar com o motor desengrenado, já que o carro fica menos controlável. Não se corre o risco de quebrar o câmbio e ainda evita o superaquecimento dos freios, que podem perder ação. 

Com nova lei, consórcios podem aquecer venda de veículos

Modalidade é opção para quem não consegue obter crédito.
Mudança na lei permite transferência de dívidas de financiamentos.


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Consórcios de carros se beneficiam com a crise econômica (Foto: TV Globo/Reprodução)

Com os financiamentos prejudicados pelo receio do consumidor em adquirir dívidas em período de crise e pela restrição dos bancos em liberar crédito, o consórcio volta a ser opção atrativa no mercado de veículos novos. A vantagem é que essa modalidade é uma poupança programada que não inflaciona por não depender da ficha cadastral do consumidor. Assim, o sistema pode ajudar o setor a sair da crise, como uma alavanca nas vendas de veículos em longo prazo. 

E o “empurrão” para o brasileiro adotar esse sistema no lugar dos financiamentos foi dado agora pelo governo. A partir desta sexta-feira (6), entrou em vigor a Lei 11.795, que muda algumas antigas normas do Banco Central.


Leia também:

- Veja o que mudou com as novas regras para consórcios

- Restrição de crédito afeta as vendas de motos e carros


Para quem não pode fechar o negócio à vista e não tem pressa em adquirir o carro novo, os especialistas apontam o consórcio como a melhor opção, já que a grande desvantagem do consórcio é não saber quando será sorteado, ou seja, quando poderá comprar o veículo. 

“O consórcio é sempre uma opção boa, recomendável para o consumidor que não tem pressa em tirar o carro. É uma opção mais racional, pelo custo menor. Principalmente quando os juros aumentam, os prazos diminuem e a rigidez de crédito é maior, o consórcio se torna ferramenta mais atrativa”, afirma o presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Luiz Montenegro. 



Aumento da procura 
De acordo com o presidente nacional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Rodolfo Montosa, a busca pelo sistema de consórcio foi muito fortalecida pela dificuldade de acesso ao crédito. “O que aconteceu foi um relaxamento nas condições de aprovação cadastral e o coração da crise tem relação direta com esse relaxamento. Agora, as instituições financeiras estão com o pé no chão para conceder o crédito”, explica Montosa. 

Segundo o presidente da Abac, no setor automotivo as vendas de cotas até setembro de cotas de consórcio, antes da crise, eram de 27.581 no segmento de veículos leves. Com a crise, as vendas foram de 28.406 cotas em média por mês, um crescimento de 3%. No segmento de veículos pesados, o salto foi de 10,7%, de 4.567 cotas para 5.054 cotas. 

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Consumidores usam consórcio para comprar motos (Foto: TV Globo/Reprodução)


Expansão no segmento de motos


Mas o segmento mais “ajudado” pelos consórcios foi o de motocicletas, cujos consumidores dos modelos de entrada têm mais dificuldade em ter crédito liberado para financiamentos. A média até setembro de cotas, neste caso, foi de 84.215 e passou para 105.244 em outubro, novembro e dezembro, o que representa uma expansão de 25%. 

“A influência do consórcio no setor de automóveis é mais limitada, na de motos é mais ampla, porque o tipo de consumidor precisa mais de uma alternativa quando não tem capacidade cadastral para obter o financiamento”, observa o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sergio Reze. 

Dívidas 
A tão temida inadimplência no setor também recebeu uma ajuda com a nova lei de consórcios. Entre as mudanças, está a possibilidade de utilização da carta de crédito para a quitação de financiamento. A contemplação da cota poderá ser utilizada para liquidar o débito e o consumidor deixa de pagar juros, inexistentes nos consórcios. 

“É uma possibilidade da lei, mas não é simples porque exige do consumidor determinação. Ele terá de dobrar o que reembolsa para sair da dívida”, destaca Montosa. 

Cultura do brasileiro mudou 
Apesar de o aumento do mix de opções de negócio, proporcionado pela nova lei de consórcios, ser apontado como a saída do setor frente a crise, no que se refere a consórcios o mercado brasileiro terá de mudar sua postura, pois já está acostumado com a velocidade de se ter o bem por meio dos financiamentos. 

E, para isso, as alterações precisam começar por parte dos concessionários e das empresas de consórcio. “Ainda não há reação do mercado até porque as concessionárias desativaram muitas equipes voltadas para consórcio, o que gerou a concentração dos negócios em algumas empresas de consórcio”, explica Reze sobre a limitação. 

Para mudar essa cultura, a Abac propôs ao governo mais vantagens àqueles que aderirem aos consórcios. A primeira proposta é que essa modalidade seja enxergada de maneira semelhante à previdência privada, para que haja uma prorrogação do pagamento do imposto sobre a renda. “Quando o consumidor vender o carro entraria como renda”, explica o presidente da entidade. A outra é a isenção de IPI e CPMF, como já existe para taxistas, deficientes físicos e produtores rurais. 

“O consorciado é alguém que já está programando a economia do país, ele já assegurou que vai comprar. Logo, é útil no aspecto econômico”, defende Rodolfo Montosa

Conheça o significado das marcas de veículos

Saiba a origem de nomes como Audi, Ferrari, BMW, entre outras. 
No universo de nomes e símbolos há criatividade e história.

Basta observar os carros nas ruas para notar a de marcas que existem no mercado automotivo. Tem para todos os gostos. Cada uma delas ostenta um símbolo bonito, um nome atraente, algumas chegam a conquistar, além de consumidores, muitos admiradores e fãs. Nesse universo de marcas há criatividade e um pouco de história. Você sabe o significado da marca que mais o agrada? Ou então sua origem? Nesta coluna o G1 aborda o que representam esses símbolos. Como a lista é extensa separamos em duas matérias. 


Tire outras dúvidas sobre carros



Símbolo da Alfa Romeo é o brasão de Milão, na Itália, e a serpente com o homem representa a família real milanesa (Foto: Divulgação)

Alfa Romeo 
O nome da marca de origem italiana, fundada em 1910, é a combinação da sigla A.L.F.A (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili) complementada com o apelido do engenheiro Nicola Romeo, que assumiu a direção da empresa em 1916 e converteu a empresa numa fábrica bélica para atender as necessidades da Itália e dos aliados durante a I Guerra Mundial. O símbolo conquistou fãs em todo o mundo. Nele está estampado a bandeira com a cruz vermelha, que nada mais é que o brasão de Milão, na Itália. A serpente com o homem completa o desenho e representa a família real milanesa. 


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Argolas entrelaçadas representam as marcas alemãs que se juntaram para a criação da Auto Union (Foto: Divulgação)

Audi 
As quatro argolas entrelaçadas representam cada uma das marcas alemãs que se juntaram para a criação da Auto Union. Essas empresas são: Horch, Audi, Wanderer e DKW. Umas da empresas que já se chamava Audi, que significa o sobrenome de August Horch em latim. A fundação da empresa ocorreu em 1947, mas em 1º de janeiro de 1985 a Auto Union passou a chamar-se Audi AG, com sede na Alemanha. 


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BMW é a abreviatura de Fábrica de Motores da Baviera  (Foto: Divulgação)

BMW 
A sigla é a abreviatura de Fábrica de Motores da Baviera (Bayerische Motoren Werke). A marca foi criada em 1917 na Alemanha para produzir motores de avião e seus criadores foram os irmãos Karl Rath e Gustav Otto. Antes de produzir carros produziram motos. O símbolo representa uma hélice de avião a girar juntamente com o símbolo da Baviera. O primeiro carro a ter o símbolo estampado na carroceria foi em 1928. 


Ampliar FotoFoto: François Mori/AP

Bugatti Veyron 16.4 Grand Sport (Foto: François Mori/AP)

Bugatti 
A marca sempre foi ligada em competições desde que foi fundada por Ettore Bugatti em 1909, em Molsheim, na França. A empresa chegou a ser transferida para Modena, na Itália em 1991, mas em 1998 a marca foi adquirida pela Volkswagen, a qual pertence atualmente. 

Buick 
A marca iniciou suas atividades como um fabricante independente de carros. Criada em 1903 pelo americano David Dunbar Buick, logo foi parar nas mãos de Willian Durant. A empresa se tornou uma potência e Durant comprou outras marcas e as juntou em um único grupo, o General Motors. 



 
 

"Lealdade"

Autor: Gordon B Honckley

Buscar na Web "Gordon B Honckley"

Quando: 04/2003

Não, replico, a Igreja não pode ditar a um homem o que ele deve pensar ou o que deve fazer. A Igreja aponta o caminho e convida cada membro a viver o evangelho e desfrutar as bênçãos decorrentes desse tipo de vida. A Igreja não ditará regras a nenhum homem, mas, sim, irá aconselhar, persuadir, admoestar e esperar lealdade daqueles que professam ser membros dela.

O castelo do deputado

 
 

 

"Após escândalo do castelo, Câmara acelera análise de projeto que muda Corregedoria"

 

No link : http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u500066.shtml

 

deputado Edmar Moreira (DEM-MG) tem o rabo mais preso de todos os deputados que se teve notícias nos últimos 1.000 anos.

 

O sujeito pode até ser chamado de barão, conde ou até duque. Sei lá. Ou rainha malvada! Talvez esse fique melhor para ele.

O homem construiu um castelo pra lá de cafona no meio de lugar nenhum. Tem mais processos que o bicheiro da esquina da minha casa, declarou ter R$ 9 milhões mas é dono de um castelo que vale R$ 25 milhões, que diz estar no nome dos filhos. O cartório disse não ter registro da construção. Ih, isso é sujeira na certa.

E ontem ainda na televisão vi o homem dizer que não tinha feito nada errado. Puxa. Quem fez então ?

O pior é que ele só vai sair (talvez) do cargo de corregedor por pressão da mídia. A bancada do governo vergonhosamente apoiou a nomeação dele.

Acho que hoje vou querer encontrar muitos mineiros para gozar da cara deles. Só espero que eles não contra ataquem lembrando do Maluf, do Clodovil, do Tuma, do Chalita, do Enéas, do Montoro, do Fleury e todos os outros políticos paulistas; os quais também envergonham tanto o meu Estado.

E nem vou poder dizer que mineiro tem mau gosto, porque aqui em São Paulo o que mais tem é prédio parecido com palacetes europeu medievais. Paulista endinheirado é tão cafona como qualquer outro endinheirado do país. Mas até onde eu seu, castelo não tem por aqui. Ops, tem o castelo do Safra. Mas esse, dizem,  é bacana. Pelo menos tem boas obras de arte nas paredes.

Com castelo ou não. Hoje perdi mais um pouco da pouca fé que tinha no Congresso.

 

Escrito por Duilio Ferronato às 18h49

Limão é lucidez

É fato já reconhecido pelas várias medicinas - popular, xamânica, ortodoxa e alternativas - que, independente da forma terapêutica usada - sucoterapia, terapia intensiva, aromaterapia, fitoterapia, etc. -, o consumo diário do limão irá provocar melhor desempenho da capacidade de concentração mental, da memória e da visão.

A partir de vários trabalhos científicos realizados sobre o limão no Centro de Pesquisa sobre a Citricultura de Cordeirópolis (interior de São Paulo), ficou evidente o quanto um limoeiro para ser saudável depende massivamente da fotossíntese de suas folhas.

Ou seja, o limão é uma fruta que, enquanto em formação e crescimento, depende de forma massiva da abundância e sanidade das suas folhas, pois só desta forma será gerado um fruto suculento e saudável.

Decodificando esta informação, torna-se possível entender porque o limão é a fruta que apresenta a maior concentração de energia solar (energia cósmica ou prana) da natureza. Abaixo do limão temos a uva, que é uma fruta de custo pouco acessível a todos os brasileiros, além de sua produção ser regional e sazonal.

Na verdade, todas as frutas são um reservatório de energia solar, principalmente porque ficam todo o seu tempo de maturação "pegando sol", ou seja, absorvendo luz; mas o limão, magicamente, é o campeão disparado de todas elas. O limão é uma fruta absolutamente solar!

Portanto, toda vez que ingerimos o suco fresco de limão; estamos colocando um pouco de sol para dentro de nós, explicando porque esta fruta é tão requisitada quando a indicação é mais lucidez, clareza, alegria, bom-humor e visão.

Esta é parte da explicação porque médicos indicam o consumo do limão para pessoas com problemas psicológicos, de memória e de concentração. E de salivação, ou seja de fluição e digestão.

Explica também porque o limão, com todas as suas partes, é considerado um alimento que ajuda na conquista diária do bom-humor, da alegria e do equilíbrio emocional. Afinal, quem tem coragem de estar de mau-humor num dia de sol? Principalmente se ele estiver dentro de nós!

A outra parte da explicação, é que o limão tem propriedades de ser um desintoxicante e laxante suave, sendo portanto um cúmplice do fígado, um órgão dos mais responsáveis pela desintoxicação do organismo.

Um fígado sobrecarregado ou muito intoxicado leva o indivíduo a atitudes mais iradas, agressivas e desequilibradas, ao ponto dele não conseguir se auto-enxergar ou mesmo enxergar as soluções à sua frente.

Assim, o consumo diário do limão irá viabilizar uma desintoxicação mais pronta do fígado e de todo o organismo, portanto para a conquista de mais espaços (tempos) de soluções (clareza, lucidez, visão), possibilidades de superação, equilíbrio, alegria e bom-humor.

Na verdade, todos nós temos um lado sombra, que sabota, que dá tiro no pé e que dificulta o nosso sucesso, nosso brilho.

Existem alimentos que nutrem este lado sombra, que são as drogas, as frituras, os alimentos processados e lotados de aditivos ou refinados. Tais alimentos fortalecem nossas sombras, nossos pensamentos e atitudes densas. Aliás, para quem faz uso massivo e frequente destes alimentos, não recomendo consumir ou remediar-se com o limão, pois ocorrerá uma demineralização do organismo. É como se o limão afirmasse: não consigo ser cúmplice destas decisões.

Mas, felizmente, existem alimentos que sustentam os nossos corpos de luz, e que são especiais para iluminar nossas sombras e desarmá-las com a possibilidade da conscientização.

Vocês adivinham quem é este primeiro alimento da lista?

Skype reformula programa com ênfase em vídeos


O Skype anunciou nesta quarta-feira (4) a nova versão de sua plataforma de comunicação on-line. Segundo a companhia, agora é mais fácil iniciar uma chamada com vídeo, inclusive em tela cheia.

Um novo gerenciador de banda integrado permite que os usuários tenham a melhor experiência de chamada com vídeo mesmo com uma conexão de banda larga com relativa baixa velocidade. O novo programa também promete atingir boa qualidade de som usando 50% menos da banda necessária nas outras versões.

O programa está disponível para usuários de Windows em www.skype.com/go/download. Propriedade da empresa de leilões virtuais eBay, o Skype conta com 370 milhões de usuários no mundo todo.

 Divulgação 
Skype 4.0 é a nova versão do famoso comunicador on-line focado em voz por IP lançada nesta quarta-feira
Skype 4.0 é a nova versão do famoso comunicador on-line focado em voz por IP lançada nesta quarta-feira

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